A importância da cobertura de Responsabilidade Civil quando contratamos um seguro para veículos (http://aliadoss.com.br/newsletter/)

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Grande parte dos motoristas brasileiros sabe que deve dirigir com prudência e sempre atento às leis de trânsito. Mas, imprevistos acontecem. Sem querer, o carro está amassado – você foi manobrar e bateu em outro automóvel. A verdade é que ninguém está imune a pequenos acidentes como esse ou até mesmo outros mais sérios, envolvendo lesões físicas, por exemplo. Por isso, contratar uma cobertura de Responsabilidade Civil, que cobre possíveis problemas causados a terceiros, é fundamental.

Por mais que o mercado de seguros esteja em constante renovação e buscando oferecer coberturas e serviços que atendam perfis cada vez mais específicos, alguns ainda acreditam que uma forma de baratear o valor final do seguro é reduzir os limites ou até mesmo eliminar a cobertura para terceiros. Mas e se você, por acidente, bater em um carro importado, que pode ter o conserto avaliado em mais de R$ 50.000? Ou se envolver em um caso mais sério, no qual machucou alguém e terá de pagar as despesas médicas, que somam R$ 100.000? 

A seriedade é grande, por isso as coberturas de Responsabilidade Civil são sempre recomendadas na contratação. Porém, dúvidas sempre surgem: “o que é coberto?”, “isso vai deixar o meu seguro muito mais caro?”, “é realmente necessário?”, “já tenho o DPVAT obrigatório, preciso fazer outro seguro?”. 

As coberturas para riscos de danos a terceiros, conhecidas como Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), garantem o ressarcimento dos custos que o proprietário do veículo for obrigado a pagar por prejuízos materiais ou pessoais a terceiros. Este seguro inclui ainda o pagamento de gastos com advogado e questões judiciais. 

Diferente da cobertura RCF-V contratada por meio de uma corretora, o DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) é um seguro compulsório de responsabilidade civil, pago no licenciamento do veículo. Ele possui valores pré-estabelecidos de indenização que cobrem no máximo até R$ 13.500 por vítima, em caso de morte ou invalidez permanente. Oferece também reembolso de despesas médico-hospitalares (até R$ 2.700). 

Além de ter valores de indenização bem mais baixos, o seguro DPVAT ainda possui limitações. Ele não cobre, por exemplo, os prejuízos materiais. 

Por conta disso, Corretor, é muito importante que o preenchimento da RCF na apólice de seus clientes seja feito corretamente, para que não cause prejuízos a eles no momento do sinistro.

Fonte: corretor online

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